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01 setembro 2016

Facebook para empresas é mídia!

O Facebook foi lançado em fevereiro de 2004, antes mesmo da popularização do Orkut no Brasil. Mas o que tornou a rede social de Mark Zuckemberg na potência mundial de hoje foram suas constantes transformações. No mundo dos negócios, essas mudanças são ainda mais notáveis e quem não acompanhar vai ficar para trás.

Nos últimos cinco anos vimos esta rede social viralizando e dominando o mercado brasileiro, assim como o mundial, e foi nesse contexto em que as marcas começaram a utilizar o Facebook como ferramenta de comunicação com seus clientes e públicos-alvo. Porém ainda é muito comum verificar usos amadores do Facebook por pequenas e médias empresas.

Para as pessoas, o Facebook é uma rede social. Serve para criar e manter relacionamentos, aproximar-se de outras pessoas e todas as outras finalidades que conhecemos. Para as empresas, o Facebook é mídia. É tão mídia quanto um anúncio de jornal ou uma propaganda de televisão. Porém com uma peculiaridade: não deixa de ser uma rede social.

Isto implica em duas coisas. A primeira é de que assim como qualquer outra mídia, do outdoor ao rádio, se paga para ter visibilidade. E aí é que entra os famosos e poucos compreendidos “algoritmos”. Na prática os algoritmos nada mais são do que programações feitas para definir quais conteúdos vão melhor aparecer nos feed de notícias das pessoas e com qual frequência, a partir da base de informações que o Facebook dispõe sobre o que seus usuários preferem e, claro, de acordo com o interesse monetário do nosso amigo Mark.

Ou seja, simplificando a ideia, o Facebook quer que as empresas publiquem conteúdos atraentes e relevantes aos usuários, com a finalidade de que gere engajamento, e que esse conteúdo seja impulsionado através do pagamento de dinheiro para que alcance um maior número de pessoas. Para isso, algumas palavras como planejamento, tendências, métricas e mensuração são fundamentais para nortear a gestão do Facebook para negócios.

A segunda coisa é tão essencial quanto a primeira e diz respeito à essência de uma rede social, o relacionamento. As empresas precisam utilizar a ferramenta para estreitar suas relações com as pessoas e interagir com seus públicos. Tem de ser um ambiente de troca, onde os dois lados estabeleçam uma conversa, um diálogo. Podem-se estabelecer estratégias para que isso ocorra, logicamente. No entanto o mais básico e fundamental que tem de ser feito é responder a todas as interações feitas com a Página da empresa, seja por comentário de postagens, compartilhamentos ou mensagens privadas, por exemplo.

A partir desses dois pilares indispensáveis para uma gestão eficiente e inteligente das redes sociais e, nesse caso específico do Facebook em si, inúmeras possibilidades são criadas e só são bem geridas e aproveitadas a partir de análises dedicas e aprofundadas de caso a caso. O que não se deve, de forma alguma, é ignorar os pressupostos básicos do Facebook para empresas de ser, ao mesmo tempo, mídia e rede social.

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